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Dirigido para cima e para baixo em círculos
Deslizando por uma estrada de gelo negro
Olhando para fora das janelas, a tempestade
Levados para um paraíso de tolos
É minha vez de dirigir
Mas é minha vez de dirigir
Dirigidos à margem do erro
Dirigidos ao limite do controle
Dirigidos à margem do terror
Dirigido à beira de um abismo negro e profundo
Dirigido dia e noite em círculos
Girando como um redemoinho de folhas
Roubando dentro e fora de becos
Levados a um outro covil de ladrões
É minha vez de dirigir
Mas é minha vez de dirigir
Dirigidos à margem do erro
Dirigidos ao limite do controle
Dirigidos à margem do terror
Dirigido à beira de um abismo negro e profundo
Impulsionado, dirigido à borda
Expelido, ao tênue fim de um declive
Desviado, por coisas que eu nunca vi
Levado em frente, por uma estrada para algum lugar que eu nunca estive
Levado em frente, impulsionado ao tênue fim de um declive
Expelido, dirigido à borda
É minha vez de dirigir
Mas é minha vez de dirigir
A estrada se abre perante a mim
O que estava lá se foi
A estrada se abre perante a mim
E eu vou viajando
É minha vez de dirigir
Mas é minha vez de dirigir
Dirigidos à margem do erro
Dirigidos ao limite do controle
Dirigidos à margem do terror
Dirigido à beira de um abismo negro e profundo
Dirigido à beira de um abismo negro e profundo
