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Muito distante entre o fim do pôr do sol e o toque quebrado da meia-noite
Nos abaixamos na entrada, com o trovão estrondoso.
Enquanto majestosos sinos de raios golpeavam sombras nos sons.
Parecendo ser o toque dos sinos da liberdade.
Um brilho para os guerreiros cuja força não reside em lutar.
Sinalizando para os refugiados na estrada desarmada da fuga.
E para cada soldado azarão na noite
E nós contemplamos os sinos da liberdade a reluzir.
Mesmo que a cortina branca de uma nuvem num canto distante tenha brilhado
E a névoa hipnótica e salpicada ia se dissipando lentamente.
A luz elétrica ainda atingia como flechas, disparadas apenas para aqueles
Condenado a vagar ou então impedido de vagar
Tocando o sino para aqueles que buscam em seu rastro silencioso e inquisitivo.
Para os amantes de coração solitário com uma história demasiado pessoal.
E para cada alma inocente e gentil perdida dentro de uma prisão.
E nós contemplamos os sinos da liberdade a reluzir.
Com os olhos brilhando e rindo, como me lembro de quando fomos pegos.
Sem qualquer controle das horas, pois estavam pendurados, suspensos.
Enquanto ouvíamos pela última vez e assistíamos com um último olhar.
Enfeitiçado e absorvido até o fim do toque de recolher.
Um toque de sino pelos que sofrem e cujas feridas não podem ser curadas.
Para os incontáveis confusos, acusados, explorados, estressados e piores.
E para cada pessoa com problemas psicológicos em todo o vasto universo.
E nós contemplamos os sinos da liberdade a reluzir.
